Muitos gestores encerram janeiro com a sensação de “dever cumprido” após o planejamento inicial, caindo na armadilha da complacência em fevereiro. No entanto, este é estatisticamente um dos meses mais críticos para a saúde financeira de um empreendimento.
A Armadilha dos 28 Dias…
Fevereiro é o mês mais curto do ano, mas os custos fixos da sua construtora não diminuem proporcionalmente.
Aluguéis, folha de pagamento e contratos de manutenção permanecem integrais, enquanto o tempo útil para produção e medições é reduzido. Isso eleva o custo fixo unitário por dia trabalhado, pressionando diretamente a margem.
Não é apenas o feriado em si, mas a “ressaca operacional” que o cerca.
A queda de produtividade nas semanas que antecedem e sucedem o Carnaval afeta o cronograma físico. Para o financeiro, isso se traduz em atraso nas medições e, consequentemente, no descasamento de fluxo de caixa.
Fevereiro costuma concentrar a liquidação de impostos anuais e reajustes de contratos de fornecedores que seguem os índices acumulados da virada do ano. Operar “no automático” neste período impede que o gestor visualize que o custo real da obra está subindo, enquanto a entrada de capital segue o ritmo lento do feriado.
Vencer fevereiro exige vigilância. O monitoramento diário da liquidez e a cobrança rigorosa de prazos são as únicas defesas contra a perda silenciosa de margem.
A complacência em fevereiro é o que muitas vezes compromete o resultado de todo o primeiro trimestre.
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